Uma das coisas
que mais me impressionaram, nas primeiras vezes que fui à Europa, foi observar
a quantidade de gente que lê. Nos metrôs, nas praças, nos jardins, independente
de idade, sexo, local ou ocasião, independente de ser dia de semana, sábado ou
domingo.
Aliás, notei
isso, também, em Buenos Aires. Já trilhei uma de suas ruas do centro, em pleno
domingo, e contei mais de oito livrarias abertas... e... todas cheias, fossem lojas de
livros novos ou usados. Incrível mesmo...
Mas voltemos às
minhas últimas férias em Paris.
Esperando encontrar toda a tecnologia de primeiro mundo respirando pelas ruas, fui daqui imaginando ver só tablets, lap tops ou coisas afins. Mas não... encontrei livros mesmo, aos montes, nas mãos de crianças, jovens e adultos, por toda parte.
Esperando encontrar toda a tecnologia de primeiro mundo respirando pelas ruas, fui daqui imaginando ver só tablets, lap tops ou coisas afins. Mas não... encontrei livros mesmo, aos montes, nas mãos de crianças, jovens e adultos, por toda parte.
Claro que não
paguei mico de ficar fotografando todo mundo, mas uma delas, não pude deixar
passar.
Você pode ser
tudo, mesmo pedinte... um livro não pode deixar de estar à mão...
Neste caso
especial, juro que contive minha curiosidade. O que será que ele estava lendo? Fui
para casa imaginando mil coisas... poderia ser até... Sartre... quem sabe?...
Tiradas todas as considerações cabíveis sobre crises sociais, políticas ou econômicas, fosse
o que fosse, mesmo assim, para mim, valeu como um colírio para os olhos.

