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sexta-feira, 13 de maio de 2011

SESSENTA


14 de maio de 1951-2011. Pelos meus sessenta anos, agradeço:

Aos meus amores (todos eles): cada um, a seu modo – rosas e espinhos -, brindou minha alma feminina com imprescindíveis chances de amar e de aprender;

A meus amigos e amigas, sem os quais minha vida seria estéril de tantas alegrias e projetos;

A todos os meus mestres, sem exceção, formados pela academia universitária ou pelas experiências da vida – por terem deixado nítidas pegadas no chão de meus caminhos;

Às intempéries – que me fizeram crescer mais forte;

Às bonanças – que me deram portos em praias puras e limpas;

Aos meus anjos conhecidos e desconhecidos que me salvam sempre, nos momentos mais desprevenidos;

A você que me lê e que me estimula a reviver e a recontar para você a para mim mesma as experiências de minha vida: férteis frutos – lágrimas e sorrisos – que me ajudam a caminhar mais segura e mais plena, mais menina e mais mulher, mais viva a cada instante, vivendo, revivendo, reconstruindo sempre.